sábado, 30 de novembro de 2013

Ser mãe é ...



... passar o fim de semana em casa de pijama a estudar o condado portucalense; a 1ª, a 2ª e a 3ª dinastias; o Tratado de Zamora temas que não são de todo um tema do meu agrado, já que sempre odiei história.
... fazer aquele prato favorito que elas pedem mesmo que esse não seja o cozinhado que eu mais gosto.
... deixar as tarefas domésticas de lado para ver um filme de animação só porque pedem a minha companhia, mesmo sabendo que depois quem se lixa sou eu e terei roupas para lavar, estender, passar, arrumar ... and so on, and so on.
... sair de casa para comprar uns trapitos para nós e ao sair do shopping constatamos que só compramos coisas para as filhas.
... anularmo-nos tantas vezes em função dos filhos, mesmo sabendo que não o devíamos fazer porque os filhos crescem, vão à sua vida e nós perdemos a oportunidade de viver alguns momentos.
... é ser pai também, amiga, colega, professor, a má da fita, a que dá o colo, mas também dá os ralhetes e os castigos.
... é gratificante, mas também muito cansativo.
 
 
Agrada-me saber que segunda-feira, na minha hora de almoço, vou calibrar energias e estar comigo no meu retiro espiritual: a praia, aquela que me traz tantas boas recordações.

Sensações.



Eu me perdi, perdi você
Perdi a voz, o seu querer
Agora sou somente um
Longe de nós um ser comum
Agora sou um vento só, a escuridão
Eu virei pó, fotografia
Sou lembrança do passado
Agora sou a prova viva
De que nada nessa vida
É pra sempre até que prove o contrário

Estar assim, sentir assim
Um turbilhão de sensações dentro de mim
Eu amanheço, eu estremeço, eu enlouqueço
Eu te cavalgo embaixo do cair
Da chuva, eu reconheço

Estar assim, sentir assim
Turbilhão de sensações dentro de mim
Eu me aqueço, eu endureço
Eu me derreto, eu evaporo
Eu caio em forma de chuva, eu reconheço
Eu me transformo

Agora sou um vento só, a escuridão
Eu virei pó, fotografia
Sou lembrança do passado
Agora sou a prova viva
De que nada nessa vida
É pra sempre até que prove o contrário

Estar assim, sentir assim
Um turbilhão de sensações dentro de mim
Eu amanheço, eu estremeço, eu enlouqueço
Eu te cavalgo embaixo do cair
Da chuva, eu reconheço

Estar assim, sentir assim
Eu me aqueço, eu endureço
Eu me derreto, eu evaporo
Eu caio em forma de chuva

Agora sou um vento só, a escuridão
Eu virei pó, fotografia

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

So true!

" O destino une e separa as pessoas mas nenhuma força é tão grande para fazer esquecer pessoas que por algum motivo um dia nos fizeram felizes. Há um momento da vida que sabemos quem é importante para nós, quem nunca foi, quem não é mais e quem o será sempre."

domingo, 17 de novembro de 2013

Oh Pandora, tu pensas em tudo!

 
A gondola recorda-me que fui muito feliz em Veneza e a Scooter recorda-me que fui muito feliz em Roma.
Eu recordo aos amigos e família que o Natal e o meu aniversário estão aí mesmo à porta e que estas duas peças iam ficar lindas de morrer na minha pulseira !
 
 


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Shiverzinho, o Cacilheiro da Joana Vasconcelos, só para ti.



Quando fiz a viagem de Vaporetto pelo Gran canal passei junto o cacilheiro que foi decorado pela Joana Vasconcelos. É todo revestido de azulejos que representam Lisboa e tem interiores em cortiça.
Estará em exposição até ao dia 25 de Novembro e depois volta para Portugal.

Shiverzinho, o prometido é devido :)!
Beijinho

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

De regresso ...

Após quase 3 meses de ausência volto ao meu cantinho.
Já tinha saudades de escrever.
Mas confesso que as coisas não têm sido fáceis neste últimos tempos. Neste momento sinto-me como se estivesse a “ressacar” de uma bebedeira ou de uma overdose de acontecimentos que me roubaram 5kgs, alguma alegria de viver e força anímica.
Aos poucos estou a recompor-me e sei vou voltar ao TOP.
“Nos entretantos” fiz uma viagem de pura magia a Veneza ( Venice is magic).
Viajei no tempo das damas antigas, do Carnaval de Veneza, das máscaras e arlequins.
Deixei-me embalar ao som de António Vivaldi, que nasceu e viveu em Veneza, numa das muitas capelas que se “escondem” por entre as ruelas de Veneza.
Perdi-me pelas ruas, pontes e canais.
Bebi o meu licor favorito e tão tipicamente italiano: Limoncello.
Deliciei-me na Praça de S. Marcos, na esplanada do café Florian, onde ouvi piano e uma fabuloso Stradivarius que em dueto tocavam uma fabulosa área de La Traviata. Em Veneza senti uma inexplicável calma.
Se Veneza é romântico? Não sei. Talvez. Para mim o conceito de romântico é tudo aquilo que nós quisermos.Um passeio no Tejo é romântico se for essa a nossa vontade. Eu fui numa de aventura. Diversão. Descoberta. Não acredito em romantismos, já passei essa fase.
Fui um dia a Pádua, mais concretamente à Basílica de Santo António de Pádua … de Pádua o caraças, de Lisboa. Santo António, de seu nome Fernando de Bulhões. O qual se tornou franciscano e viajou muito. Fez parte da ordem de Assis foi transferido para Bolonha e de seguida para Pádua, onde morreu com 36 anos. Os seus restos mortais repousam na Basílica de Santo António de Pádua, construída em sua memória logo após sua canonização.
Quando sua tumba foi aberta para iniciar o processo de translado, a sua língua foi encontrada incorrupto, e segundo alguns, isso foi tido como o milagre e prova de que sua pregação era inspirada por Deus. E incorrupta está até hoje, em exposição na Capela das Relíquias da Basílica. Confesso que fiquei impressionada.

Aqui ficam algumas fotos.













All of Me .... yes, I´m back!